Às vésperas das eleições, faltando exatamente 30 dias, seria estultice imaginar-se que a tentativa de assassinar Bolsonaro possa jogar um balde de água fria ao hostil clima de guerra hoje seccionando o país em dois campos de batalha. Às forças radicais de esquerda, na iminência de serem cuspidas do poder não apenas no Brasil, mas também em toda a América Latina, vão lutar com todas as armas na defesa de suas utopias. A paz não interessa ao PT e nem aos demais radicais centrados nos movimentos sociais capitaneados pelo MST, MSTS e CUT. Nos 13 anos aferrados ao mando político, pelo aparelhamento da máquina pública, sempre se impuseram na marra. E assim tem sido nas investidas contras as instituições públicas, mais precisamente no Judiciário sob a liderança do seu líder maior Luiz Inácio Lula. Ontem, após o incidente em Juiz de Fora, as manifestações de fanáticos do segmento radical, aqui nesse Face, deixavam claro a existência, dentro do Brasil, de um país só dos petistas. Em nenhum momento, a reflexão sobre as terríveis consequências caso o presidenciável viesse a óbito! Parte deles próprios a chama dos ódios que afloram e incendeiam o território nacional. Foram eles os criadores do clima de instabilidade, que tende a se agravar, quando delimitaram o espaço territorial do “nós contra eles”, além de atiçar o ranço dos trabalhadores à classe média com a expressão “coxinha”. No céu que se vislumbra não se vê os clarões iluminadores da paz!

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