O prefeito Edson Cesário de Oliveira está muito perto de ser completamente absolvido no processo eleitoral investigativo aberto pelo Ministério Público de São Gotardo para apurar denúncias de 24 eleitores que  se diziam vítimas dele em tentativa de compra de votos e ofertas de outros favores.

Neste dia 27 último, a juiza Genoli Santos Moura deveria ouvir os depoimentos de quatro supostas vítimas e uma testemunha da defesa. Surpreendentemente, a audiência foi rápida.  Os quatro  denunciantes voltaram atrás em suas declarações, isentando o atual chefe do executivo de quaisquer envolvimentos no escândalo eleitoral. Por causa disto, os advogados de Cesário nem sequer apresentaram sua testemunha.
Agora, as partes, defesa e acusação, têm prazo até o próximo dia 03, terça feira, para as anexação das alegações finais. O processo vai para as mãos da juiza de São  Gotardo, dra. Genoli Santos Moura, que pode pronunciar a sentença ainda neste  mês de março.
No decorrer do processo investigativo quase todos os 24 denunciantes voltaram atrás em suas declarações, pedindo desculpas formais em cartório ou em acareações perante à juiza Genoli Moura. Só faltavam os depoimentos das quatro últimas supostas vítimas que, surpreendentemente, retiram suas acusações.
Roney Cândido Moreira, sem profissão,  esteve no Tribunal Regional Eleitoral de Belo Horizonte acompanhando de José Paulo Tadeu e mais três colegas para formalizar a denúncia  contra Edson Oliveira. Em suas declarações, sexta-feira, afirma  ter recebido CR 50,00 do referido Paulo Tadeu como pagamento e que antes de irem ao TRE estiveram na Assembleia Legislativa. Só não sabe dizer o motivo que levou  Paulo Tadeu ao Congresso Mineiro onde Chico Uejo , filho de Paulo Uejo, é titular de uma cadeira.
Encerrada a audiência, Roney Cândido, bem como seus outros três colegas, foram encaminhados à delegacia de polícia, por determinação da  dra. Genoli  Moura,  para serem  ouvidos em novo processo investigativo, desta vez por falso testemunho.
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