Semana passada, o prefeito petista Seiji Sekita, de São Gotardo, deu uma prova de que, juntamente com Leandra sua forasteira secretária de Saúde, não está mesmo nem um pouco se lixando para os 13 vereadores, 12 homens e uma mulher, os quais controla sob servil e dócil obediência como se todos presos a uma só coleira. A dupla decidiu, sem consulta ao povo e à própria Casa Legislativa, eliminar o posto de saúde da Rua Frei Paulino e transferir os pacientes, a maioria octogenários e septuagenários fragilizados por doenças graves, para o bairro São Vicente distante cerca de 4 quilômetros, de difícil e íngreme acesso a pé. Mas nem de longe os dois esperavam por uma súbita e pronta reação de revolta por parte da população que não hesitou em tirar satisfações. Após um quiproquó daqueles, muitas críticas condenando a esdrúxula decisão, Sekita e Leandra tiveram de reconsiderar e já autorizaram o aluguel de um imóvel no centro da cidade para instalação de um posto de Saúde substituto ao da Frei Paulino. Com certeza, estava passando da hora de a população mostrar que tem o poder de mando, cabendo ao agente público apenas obedecer

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Em 2013, chamado à Câmara para dar explicações perante membros de uma Comissão sobre suas lavouras ameaçando as nascentes na cabeceira do Córrego Confusão, o prefeito Sekita sentiu-se ofendido e atirou: “ora, se todos plantam lá porque eu também não posso plantar?” Resposta infeliz, desafiadora, imprópria de um político eleito com a exemplar missão de fazer valer à todos os cidadãos, sem distinção, as leis ambientais, além de representar os interesses relativos ao bem-estar do povo. Longe disso, sua pouco educada reação foi a de um rebelde infrator apanhado com a boca na botija. Quem duvidar das suas ríspidas palavras basta consultar o livro de registros da Casa Legislativa.

Outro cenário de crise constante em São Gotardo é a área de Saúde. Desde o primeiro mandato de Seiji, em 2013, ela vem sendo tratada com desrespeito, em processo de sucateamento, entregue a administradores forasteiros envolvidos em escândalos de corrupção. O primeiro foi Manuel Bibiano de Carvalho Neto, ex-prefeito cassado em Iguatama que, inclusive, está sendo novamente enquadrado em outros delitos gravíssimos de desonestidade. Bibiano só foi demitido após muita pressão popular e do próprio quadro administrativo da Santa Casa, mesmo assim, após cometer muitos desatinos financeiros, encaixando no Hospital sua própria filha que lhe dava cobertura nas ilegalidades.

Recentemente, foi a vez de outra “estrangeira”, a secretária de Saúde Leandra, de Carmo do Paranaíba, denunciada em pelo menos sete processos por desvio de dinheiro público. Difícil de entender a serventia dessas pessoas a esse prefeito de origem japonesa. De fato, Sekita reluta em valorizar a prata da casa. Por que será? É estranhíssimo mesmo que, numa relevante pasta na qual se concentra consideráveis recursos financeiros, duas pessoas do tipo ficha suja, naturais de outros municípios, ocupem postos chaves.

Semana passada, o governante de SG deu mais uma prova de que, juntamente com sua secretária Leandra ,não está se lixando nem um pouco para os 13 vereadores, 12 homens e uma mulher, os quais controla sob servil e dócil obediência, como se todos presos a uma só coleira. A dupla decidiu, sem consulta ao povo e à própria Casa Legislativa, eliminar o posto de saúde da Rua Frei Paulino e transferir os pacientes para o bairro São Vicente, distante cerca de 4 quilômetros, de difícil e íngreme acesso. Mas a dupla nem de longe esperava que seria surpreendida em reação de revolta por parte do povo solidarizado com os pacientes, a maioria formada de cidadãos septuagenários e octogenários, de origem humilde, fragilizados por doenças graves, até câncer, que teriam de percorrer todo o trajeto a pé, visto que a cidade não tem ônibus lotações.

Um vereador puxa saco, insensível aos protestos, ridicularizou a notícia de fechamento do posto, classificando-a de boato mentiroso. Mas, posteriormente, teve de engolir suas palavras ao saber que Sekita não apenas fecharia o posto como também voltara atrás após verificar o tamanho quiproquó que causou. Sim, a repercussão contra a esdrúxula decisão foi espontânea, surgindo ataques e pressões revoltadas de todos os setores da sociedade. Neste dia sete, finalmente, Sekita pediu que vereadores tranquilizassem as famílias de pacientes, autorizando o aluguel de um imóvel no centro da cidade para substituir o da Frei Paulino.

Mas Houve quem tentasse atribuir o ato vitorioso à intermediação de três vereadores, sem que houvesse qualquer mérito deles. Tratou-se de uma conquista exclusiva do povo que resolveu botar a boca no mundo. Nem mesmo foi necessário o burocrático abaixo-assinado. O prefeito assustado logo revogou a decisão. Aliás, é gravíssimo o fato de que os 13 edis nada soubessem da intenção oficial de fechar um posto de saúde…!

Também nesse dia 7, o jornal Reclame Aqui SG fez denúncias gravíssimas sobre a situação de calamidade administrativa do lixão municipal, em total desrespeito às leis ambientais e de proteção e segurança aos servidores trabalhando na área. O triste cenário parece refletir o que acontece na própria cidade. Pela lei 12.305/2010, o município, desde 2/8/014, deveria estar com metas concluídas de aterros sanitários e reciclagem, só descarregando na área rejeitos impróprios de processamento. Será que os 13 vereadores não encontrariam uma brecha nos ociosos tempos para fiscalizar o que anda acontecendo por lá?

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