Os militares preparam-se para rugir, de novo, a fim de que a lei seja cumprida no caso de Lula vir a ser condenado em segunda instância. Sim, A lei já existente, não uma “nova lei”, conforme se costumou “fabricar” no STF em favor de réus poderosos. A notícia repercutiu fortemente hoje no Rio e São Paulo pelo fato de que o desembargador Pedro Gibran, da 4ª TRF de Porto Alegre acaba de concluir seu relatório sobre o recurso impetrado por Lula contra a sentença de 9 anos e seis meses de cadeia a ele aplicada por Sérgio Moro. Só falta agora o julgamento no plenário desta Corte. No caso de se confirmar a condenação, os militares, em nenhuma hipótese, se sujeitarão a complacências de afrouxamento no STF em favor do “reizinho barbudo”. Outro motivo desta posição entre os militares:. Toda a disciplina de caserna é implantada na obediência severa a um governante que pelo menos não tenha uma condenação por crimes praticados. E Lula é considerado um criminoso condenado. Em se confirmando a sentença ela terá de ser cumprida, sem mais delongas,assim pensam os militares. A alta cúpula do Exército não aceitará bater continência à um presidente condenado..

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