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No dia dois de setembro de 2013, 49 anos após o golpe militar de 1964 contra os supostos perigos de uma república comunista no Brasil sob o governo de João Goulart, as Organizações Globo da Família Marinho tornou pública uma carta aos brasileiros pedindo desculpas pelo apoio dado à ditadura militar, reconhecendo o erro e exaltando a “democracia como valor fundamental absoluto”. Mas, irônica e contraditoriamente, esse mesmo grupo de comunicação acaba de deflagrar uma guerra sem trégua contra um presidenciável abrindo as portas justamente às forças radicais de esquerda desejosas de fincar no país e na América Latina a bandeira vermelha dos regimes socialistas sanguinários. E não há dúvida de que ela se mobiliza movida gananciosamente por interesses mesquinhos desprovidos de qualquer sentimento pátrio, ignorando os deveres obrigatórios de isenção e neutralidade. Desde o incidente de ríspida discussão na redação da Globo News entre jornalistas e o candidato Bolsonaro deu-se início a uma batalha campal para eliminar o postulante do páreo. Na oportunidade, envolvido no calor do bate-boca, o capitão do Exército deixou claro que, se eleito, botaria um fim aos privilégios do grupo detentor das verbas milionárias do Governo Federal. Quem sintonizar a TV Globo, Globo News e a própria Rádio CBN não terá dúvida de que o referido órgão de comunicação extrapolou os limites da isenção jornalística se transformando em inimigo mortal do candidato pelo PSL. Enfim, a realidade que fica no ar: à carta retratando o pedido de desculpa pelo apoio ao suposto regime ante comunista se sobrepõe outra de solidariedade às mesmas forças radicais que, uma vez no poder, pretendem implantar o socialismo no Brasil!

 
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