Fundado para exaltar e glorificar a figura grotesca de um farsante líder populista a quem se pretendia guindar ao posto de supremo chefe de uma futura América Latina comunista, o Instituto Lula não resistiu aos tremores sob sua base sustentada no solo pantanoso da corrupção e submergiu em meio aos miasmas putrefatos acumulados em sua curta existência. A 13ª Câmara do Tribunal de Justiça de SP acaba de tornar praticamente inviável a existência desse símbolo de personificação a um bandido hoje recolhido ao presídio, cassando a estranha Lei 15573-12 que permitiu ao então prefeito Kassab conceder o benefício de uso do terreno por um prazo de 99 anos . A decisão da Corte acatou pedido do Ministério Público Estadual, justificando que o Instituto Lula no Bairro da Luz foi criado para abrigar acervos exclusivamente de uma única pessoa, ferindo os princípios da legalidade, igualdade, da democracia, e dos conceitos de probidade na administração pública. Na verdade, o Instituto sempre foi mantido com dinheiro suspeito originário das mesmas empreiteiras investigadas pela Lava-Jato nas pilhagens ao tesouro nacional. O órgão já vivenciava crise existencial desde que o dinheiro roubado, em forma de propinas, parou de irrigar seus cofres. A sentença prolatada pelo TJSP interrompe um período farsesco engendrado para glorificar o futuro presidente de todas as repúblicas socialistas reunidas da América Latina. Ironicamente, esta casa de exaltação ao maior charlatão da história se desintegra no exato momento em que o PT, além da prisão do chefe maior, vai sendo deletado politicamente de norte a sul do país.

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