Em 20818, em plena campanha eleitoral, caso Lula não esteja preso, os brasileiros assistirão ao vídeo das chocantes imagens mostrando um trapaceiro emudecido se negando responder perguntas do juiz Moro sobre os maiores roubos já praticados contra o tesouro nacional. Será inevitável a exploração das cenas!

Na presente data, o Partido dos Trabalhadores, carente nos seus quadros de lideranças honestas , ainda que apenas uma para empunhar sua bandeira no pleito presidencial, parece irremediavelmente condenado ao processo de derretimento na medida em que não consegue romper a dependência da carcomida imagem do seu ícone maior.

A audiência de instrução criminal em Curitiba, inspirou à legenda vermelha uma diabólica cartada mirando fazer do limão uma limonada para catapultar o voo de Lula a um terceiro mandato. Na mira dessa jogada, pretendeu-se, simultaneamente, de maneira acintosa e ridícula, mesclar imagens em vídeo de um sofrido líder do povão perseguido pelas elites com recados de falácia discurseira, para engalopar trouxas. Em suma, o PT desejou transformar em circo aquilo que era uma audiência para aplicação de Justiça. E se deu muito mal!

O que se viu diante do juiz Moro foi um dos momentos mais constrangedores da jurisprudência nacional em que um um ex-presidente envolvido em crimes hediondos – mal orientado por advogados truculentos e trambiqueiros – deixou o interrogatório ainda mais sujo do que lá entrou.

Ficou definitivamente gravado na memória de quem assistiu ao vídeo as cenas de um réu declaradamente disposto a responder todas as perguntas do inquiridor, mas que, logo em seguida, optava pelo vergonhoso emudecimento ao se ver encurralado contra a parede. Nem mesmo a militância petista escapou de se sentir vexada.  O herói das massas, se valendo, covarde e seguidamente, do recurso legal de permanecer em silêncio, evitando respostas que um réu inocente jamais se negaria a dar.

Em 2018, Lula será o astro principal das propagandas eleitorais, tendo ao fundo a voz de Sergio Moro!

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