Envolvido nos maiores escândalos de afronta à pátria, já condenado a quase 10 anos de cadeia, fora outras cinco ou seis penalidades a lhe serem impostas por Sérgio Moro e Vallisney de Oliveira, Lula, ainda assim, é o político mais poderoso do país.

Sim, um político bandido cujos poderes fogem às limitações dos réus comuns, seja por sua inegável influência junto às massas imbecilizadas nas quais busca apoio, seja por ter em mãos, rezando na sua cartilha em regime de omertá, os principais caciques da política, incluindo o atual presidente da República, com os quais firmou parcerias de organizações criminosas.

O poder tentacular do “reizinho barbudo”, repito, não encontra precedentes. Não se duvide de que sua perniciosa influência se estenda por toda a América do Sul e o Caribe cujos governantes estão presos a ele por laços de participações criminosas na Odebrecht ou radicais ideologias de esquerda visando implantar no Continente o socialismo totalitário inspirado em Fidel Castro, seu guru.

Também não se iludam os brasileiros, Lula é o artista ventríloquo que manipula o boneco sentado no colo para repetir suas palavras. Todos lhe rendem submissão e se curvam ao seu império. Ainda agora, o juiz Gilmar Mendes faz o papel de marionete sentado no colo doesse ventríloquo barbudo. O referido magistrado, por motivos óbvios de cumplicidade, está sendo forçado a tentativas de rever a decisão anterior do STF que confirmou a execução das condenações de políticos após julgamento em segunda instância.

Qual o motivo dessa patifaria  na Corte Maior tão simpática a Temer e às duas Casas do Congresso Nacional? Ora, está mais do que claro! Para atender demandas ameaçadoras de Lula de que não aceita passar o resto dos seus dias trancafiado na Papuda! E, certamente, já terá jurado: “se eu cair, todos cairão comigo”.

O próprio Zé Dirceu só ainda não recorreu aos beneplácitos da delação premiada porque, irremediavelmente, comprometeria seu poderoso chefão. Mas se Lula, assim como ele, for recolhido ao xilindró, a República implode.

Não se pode combater o ex-torneiro subestimando sua capacidade de reagir!

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