No curto espaço de tempo, projetos de pouca transparência, do Prédio Amarelo,  no Hospital Municipal, do potássio E o vereador Mussi ainda acrescenta  falta de vontade política na briga contra a Copasa

No curto espaço de tempo, projetos de pouca transparência, do Prédio Amarelo, no Hospital Municipal e do potássio E o vereador Mussi ainda acrescenta falta de vontade política na briga contra a Copasa

Sem responder a nenhuma das perguntas discriminadas no requerimento enviado pelo vereador Odair Mussi, o prefeito Seiji Eduardo Sekita, de São Gotardo, no Alto Paranaíba, finalmente, após três meses, deu o ar da graça, mas sobre o fechamento do Prédio Amarelo apenas informou em lacônica frase que ele será reaberto, nos próximos dias, com “algumas funções administrativas e de aspectos artístico-culturais”.

Apesar do atraso em dar satisfação pública, o mandatário põe fim a uma onda de boatos sempre prenunciando a demolição do edifício que volta a ter reafirmado seu objetivo histórico. Entretanto, Seiji não apresenta os laudo técnicos, dos bombeiros ou do engenheiro municipal, justificativos da interdição feita em sigilo, durante tanto tempo

Por causa disto,  ainda sobram desconfianças e conjecturas  de que a interdição do imóvel teve  outros propósitos não compatíveis com a transparência no serviço público só não concretizados por causa da reação em massa da sociedade e da Câmara Municipal através do  vereador Odair Mussi.

Enfim, após quase três meses de desgaste político, de mistério e sigilo incitando a irritação dos moradores, o prefeito dá o sinal da graça. Mas, infelizmente, não por uma atitude de transparência. Só o faz em obediência a um documento que lhe impedia, juridicamente, de continuar impondo sua decisão autoritária. Em outras palavras, quando um povo reage não existe poder capaz de resistir.

Vereador Mussi não se satisfez com resposta do prefeito

Vereador Mussi não se satisfez com resposta do prefeito

Suas informações dadas a Mussi não  justificavam tanto mistério. São por demais simples e óbvias dentro de uma administração honesta e poderiam ser levadas a conhecimento público, desde o início.  Ou seja, o prédio continuará mantendo  atividades anteriormente lá existentes. Daí as graves suspeitas  de outros propósitos sempre pesando nos  três meses em que o assunto ficou proibido na Prefeitura, Secretaria de Educação e Departamento de Cultura.

Tratou-se, portanto, de  prolongada repetição do caso  de desconfiança envolvendo o  consultor para  assuntos hospitalares,  Manuel Bibiano Carvalho, para quem o prefeito estaria reservando  outro  projeto importante.  De qualquer forma, fica evidente que o Prédio Amarelo permanece intocável, como patrimônio histórico do município, mas o vereador Odair Mussi  viu  falta de transparência no manifesto do prefeito, que não respondeu a nenhum dos seus questionamentos.

Pela ausência de conteúdo na resposta fica no ar a  suspeita  da inexistência  de qualquer documento legal amparando a interdição do edifício cadastrado como acervo histórico. Este site recebeu várias informações de que a demolição do deste patrimônio já estava decidida antes mesmo das eleições. Sua área seria ocupada por outras atividades ligadas ao comércio.

Sekita aparece, finalmente, mas fica devendo respostas

Sekita aparece, finalmente, mas fica devendo respostas

Uma das perguntas ao chefe executivo, feita por este site, se relaciona à destinação de toneladas de arquivos contendo preciosos registros sobre décadas de história do município, principalmente, das atividades ligadas ao setor de ensino. Espera-se que o prefeito, na reabertura do Prédio Amarelo,  tenha uma resposta convincente, pois permanece no ar a denúncia de que eles foram  incinerados no lixão da cidade.

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