“Ano passado, ao comemorar o título da Copa das Confederações, a presidente Dilma, de olho no horizonte eleitoral, bradou ao país: “meu governo é padrão Filipão”. Kkkk. Mas político é daquele jeito que todo mundo conhece. Sempre oportunista! O Filipão de hoje não é o Filipão de ontem.

Imagine se o povo passar a entender que o padrão Filipão é o mesmo da Educação, Saúde, Transporte e Segurança. Seria um “Deus nos Acuda”. Resultado: foi demitido. E por mais que se diga o contrário, foi expelido do cargo por influência direta de Roussef.

copadilmarainhadecopafb-300x224 (1)Ele acaba de perder uma Copa do Mundo, de maneira humilhante, jogando em casa, com apoio da torcida. Enfim, um general que perde uma guerra em seu próprio território, sem guerreiros bem treinados, sem técnica e sem tática. Tinha um time, mas não uma equipe. Verdadeiro desastre, uma afronta ao orgulho pátrio.

Filipão, ao contrário de Oberix, já enchia o saco

Filipão, ao contrário de Oberix, já enchia o saco

E ainda por cima malhado como se Judas, alvo de chacotas, de zombarias. Sua imagem atualizada é de incompetência, ultrapassado, mal educado, falastrão, atrevido. E teve o desplante de afrontar: “quem gostar de mim, tudo bem, quem não gostar que vá pro inferno”.

Enfim, um atabalhoado que nem mesmo se cuida da aparência e da saúde. Está gordo, barrigão proeminente, indisfarçável, que uma camisa pólo, de cor branca, muito apertada, no jogo Brasil x Holanda, tornava ainda mais saliente.

Seu corpo avantajado, desajeitado, rosto, nariz, bigode, mais lembram a caricatura de Oberix representado por Depardieu, no filme Asterix. Ali postado, perto do banco de reservas, sua figura contrastava com a de Joachim Low, aquele alemão magrinho, de porte atlético, barriga tanquinho, vestido corretamente, à vontade, como se estivesse num restaurante.

Seu fim era iminente. Não tinha mais espaço na CBF. Para o bem da pátria e da presidente que, tão pertinho das eleições, com medo de ser associada aos fiascos de Filipão, falou grosso, por trás dos panos: “tirem esse homem daí”. E o presidente da CBF, também político, do tipo capacho, rastejante, não teve dúvida: “pois não, presidenta”.

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