Très anos depois de prometido pelo prefeito de São Gotardo, o mini hospital regional vai se transformando em motivo de desmoralização e chacotas

Três anos depois de prometido pelo prefeito de São Gotardo, o mini hospital regional vai se transformando em motivo de desmoralização e chacota

Pior que um prefeito incompetente é um prefeito que faz da mentira sua ferramenta política, nunca honra promessas juramentadas nos palanques e ainda tem seu governo envolvido em escândalos de gatunagens milionárias de verbas públicas. Em São Gotardo, no Alto Paranaíba, a administração do petista Seiji Sekita – cuja malversação de dinheiro público provocou a falência do sistema de saúde local – sintetiza muito bem esse modelo de política obscura. Nos três anos à frente dos destinos municipais se tornou especialista em prometer mundos e fundos, mas sem jamais dignificar os compromissos firmados com a população, motivo pelo qual não realizou uma obra sequer na cidade. Recentemente, nem mesmo teve uma resposta honesta para o vereador Odair Mussi ao ser questionado, oficialmente, sobre o seu tão prometido hospital regional que vai se transformando em motivo de chacota na cidade.

De fato, o mandatário petista de origem japonesa vem demonstrado ser um fiel discípulo da usual prática adotada pela cúpula nacional do seu partido, herdada dos nazistas, de que uma mentira contada mil vezes acaba se tornando verdade. Entre tantos embustes mil vezes contados, a prometida construção de um mini hospital regional na cidade, parece já fazer parte do anedotário local como se o mais deslavado de todos.

Seu corriqueiro interesse politiqueiro em alimentar fantasias visando tapear o povão faz parte das velhas e ultrapassadas ferramentas de palanque para enganar otários, sem nunca perceber que o eleitor já não é tão imbecil, como antigamente. Tanto assim que, faltando exatos 12 meses para sua substituição, vem sendo considerado o pior prefeito da história local, completamente desgastado e pessimamente avaliado em níveis de competência e honestidade

Sobre o hospital regional, quando confrontado com a verdade, não consegue ter uma resposta convincente sempre tangenciando palavras na expectativa de deixar alguma margem de dúvida para continuar enganando. Recentemente acuado pelo vereador Odair Mussi que lhe oficiou pedido de oito esclarecimentos sobre o empreendimento, o sr. Sekita não foi capaz de apresentar nenhum argumento merecer de fé , se limitando a uma lacônica explicação de que “o convênio com a Caixa Econômica Federal foi assinado, os aterros estão sendo feitos e no devido tempo dará explicações”. Ora, todo mundo sabe que em tais compromissos pactuados através da CEF constam os inevitáveis termos conveniados nos quais, obrigatoriamente, se enquadra o questionário de Mussi, motivo pelo qual fosse ele um honrado prefeito teria orgulho de anunciar à população, como seu troféu político.

Claro que nossas considerações são em torno de um prefeito oportunista que não tem em seu cadastro uma obra sequer realizada no município. Assim, imagine o prezado leitor, se ele, eleitoreiramente, não estaria em pleno regozijo e até colorindo o céu com fogos de artifícios, caso tivesse mesmo um compromisso de tamanha envergadura para mostrar ao povo. Com certeza, botaria uma caravana na rua e, durante dias, pipocaria foguetes. Mas, infelizmente, não foi essa sua reação. De maneira evasiva, respondeu ao vereador Odair, em texto lacônico, que “o convênio foi assinado, em fase de terraplenagem e no devido tempo daria explicações”.

Comenta-se na cidade e até na Prefeitura que ele, até a presente data, sequer obteve a aprovação do obrigatório projeto ambiental sem o qual a CEF não financia o empreendimento. Pior ainda, nos cofres desta referida instituição financeira, até hoje, não se registrou a entrada de um tostão sequer destinado à obra do hospital cujos valores superariam em quatro vezes os R$ 22 milhões anunciados.

Ninguém desconhece que o Governo Federal vive interminável crise econômica e política e cortou, em bilhões de reais, os investimentos na área de saúde, pois o PT levou o país à falência se utilizando das mesmas práticas do prefeito de São Gotardo.

VEREADOR DIZ QUE ENTROU DE
GAIATO NA BASE DO PREFEITO

Registre-se que Sekita, no caso de estar maquinando novos ludíbrios mirando abiscoitar eleitores, está cometendo atos de improbidade administrativa, deixando de dar uma resposta honesta enquanto alimentando fantasias em torno de um projeto para o qual não se sabe quando existirão recursos financeiros.

Sekita, um governo decadente e sob o crivo da desconfiança

Sekita, um governo decadente e sob o crivo da desconfiança

Em se tratando de velhacarias, Sekita só respondeu ao questionário elaborado pelo vereador Mussi após o encerramento das programações festivas do centenário municipal no qual se armou uma espécie de palanque eleitoral quando  se queimou desnecessárias verbas públicas. A cidade inteira sabe que a prefeitura está falida, não paga em dia os seus funcionários de creches e nem mesmo os alugueis, cerca de onze meses, do imóvel ocupado pelo hospital municipal, Santa Casa, em regime de completo abandono.

Portanto, caso o prefeito tivesse mesmo um projeto de construção do hospital regional, seria esta sua honrosa oportunidade de anuncia-lo, de forma transparente, sem subterfúgios, no pleno interesse da comunidade, em resposta às oito questões formuladas por Odair Mussi. Para o leitor averiguar a importância das questões não respondidas pelo prefeito, reeditamos, abaixo, o questionário a ele dirigido pelo referido vereador através da Câmara Municipal, explicitando a necessidade de melhor informar a população em relação à obra:

1 – Data prevista para início da obra; 2 – Data para entrega da obra: 3 – Empresa selecionada para execução do empreendimento; 4 – Valor final da obra; 5 – Custo dos equipamentos hospitalares (Nota da editoria: existem especulações de que a aparelhagem custaria três ou quatro vezes o valor da construção do prédio, estimado em R$ 22 milhões); 6 – Número de municípios que participarão do convênio; 7 – Custo mensal da manutenção do hospital; 8 – e os benefícios proporcionados ao município pelo projeto.

Vereador Odair Mussi não obteve respostas convincentes do prefeito

Vereador Odair Mussi não obteve respostas à altura de um  prefeito honrado

É injustificável e inadmissível, portanto, que um prefeito ao anunciar a assinatura de um convênio não tenha respostas honestas para estas importantes indagações. Suas palavras constituem abuso de poder político muito próprias de político que jamais presta satisfações dos seus atos, como se fosse um ditador.

Tivesse a cidade uma Câmara defensora dos interesses do município, a ofensa de Sekita não cairia no vazio. Infelizmente, ele tem 10 vereadores rezando em sua cartilha, incluindo o presidente da Casa que, recentemente, deu uma absurda entrevista, afirmando: “o município está com suas obras atrasadas porque a Prefeitura não vem recebendo em dia os repasses de verbas”. Ora, isso é um deslavado cinismo, esse prefeito nunca deu início a qualquer empreendimento na cidade…. A única coisa de conhecimento público é que muito dinheiro tem sido desviado dos cofres públicos e o referido titular da Câmara deu cobertura legal ao prefeito, inclusive, para inocentá-lo de irregularidades.

Ontem, um vereador da base de apoio a Sekita, em conversa pelo telefone com o editor desse site, assim desabafou: “entrei de gaiato na conversa desse japonês e agora meu mandato caminha para o final sem que eu tenha uma explicação para o eleitor a não ser sobre safadezas. Mas de uma coisa tenho certeza, político com fisionomia de japonês, se depender de mim, não entra mais na Prefeitura”.

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