Relatório da VF é uma ameaça ao Rio Indaiá

Se aprovado, RIMA da  Verde Fertilizantes seria  uma ameaça ao Rio Indaiá

Não saiu através das informações da Bolsa de Valores de Toronto, no Canadá, como esse site supunha,  o disparo do último míssil destinado a liquidar com o falso projeto da Verde Fertilizantes, de exploração de potássio nos maciços do Rio Indaiá, municípios de São Gotardo e Matutina, no Alto Paranaíba.

Acaba de surgir dos céus de Minas, via internet, disparado da Inglaterra,  o verdadeiro e devastador  torpedo que reduz a pó todas as pretensões desta firma sempre sustentadas em mentiras.

Informações valiosas chegadas de lá confirmam e provam que ela nunca teve tecnologia para exploração de potássio e, portanto, sem a menor possibilidade de fazer frente ao empreendimento estimado por ela mesmo no valor de R$ 6 bilhões.

Verde Fertilizantes teve a cumplicidade de são-gotardenses para enganar o povo com falsas promessas

Verde Fertilizantes teve a cumplicidade de são-gotardenses para enganar o povo com falsas promessas

Uma correspondência anônima cujo conteúdo  foi todo confirmado em pesquisas, via internet, pelo Centroesteurgente, denuncia que a VF, além de nunca ter desenvolvido tecnologia na Universidade de Cambridge, também  não requereu  nenhum pedido documentado  no Intellectual Property Office – IPO, visando o registro da  patente sobre o processo de exploração, entre janeiro de 2009 e agosto deste 2013.

Juristas consultados afirmam que a empresa cometeu, nos municípios de São Gotardo e Matutina,  uma série de ilegalidades suscetíveis de serem  enquadradas na prática de crimes gravíssimos tais como estelionato  e falsidade ideológica.

Milson Mundinho, à direita, com o pomposo nome de diretor para assuntos econômicos

Milson Mundinho, à direita, com o pomposo título de diretor para assuntos econômicos

Há poucos dias, este site  dava praticamente  por encerrado o ciclo de reportagens sobre as atividades ilegais da firma  Verde Fertilizantes ao  divulgar  as informações incontestáveis da Bolsa de Toronto, no Canadá, citando os nomes   de quatro renomadas autoridades da Universidade Nacional de Brasília (UNB) que concluíram, em laudos científicos, pela inviabilidade do aproveitamento econômico da rocha verdete, no processo de exploração de potássio, nos maciços do Rio Indaiá, centro-oeste de Minas.

Confirmava-se se finalmente, as denúncias, de mais de quatro anos, do geólogo Pedro Gervásio Ferrari, convictamente seguro de que a empresa jamais dispôs  de tecnologia, nem se contasse com as diabruras do mago Merlin,   para levar em frente tão complicado projeto. Pesquisas realizadas no verdete, entre 1975 e 2012, sempre concluíram pela  inviabilidade econômica da rocha  verdete. Nem se entende por que essa prolongada situação de irregularidade prosperasse, por tanto tempo.

Este site abriu a referida  matéria, de 4 de agosto último, com a seguinte frase: “Foi disparado, de uma distância a milhares de km de São Gotardo, no Alto Paranaíba, o último e poderoso míssil que, em definitivo, explode e manda para a cesta de lixo o projeto mentiroso da empresa Verde Fertilizantes, de exploração de potássio nos maciços do Rio Indaiá”.

Mentiras contadas durante horas sob aplausos da população enganada

Mentiras contadas durante horas sob aplausos da população enganada

Pelas avaliações dos  explosivos dados  vindos de Toronto, o Ministério Público de São Gotardo e a Coordenadoria Regional do Meio Ambiente, sediada em Patos de Minas, já teriam elementos suficientes para mandar o projeto da  VF para  o espaço.   Para quem, há 40 anos,  acompanha, a fundo, as pesquisas no verdete, como é o caso de Gervásio Ferrari –  não havia dúvidas de que a firma  jamais teve um projeto de exploração nos maciços do Rio Indaiá.Tudo vinha sendo conduzido, dolosamente, ao longo dos anos, dentro de um bem urdido, fantasioso e astuto plano de sedução destinado a vender um valioso bilhete premiado perfeitamente enquadrado no artigo 17l do Código Penal Brasileiro que trata do crime de estelionato, assim explicitando: “obter, para si ou para outro, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil ou qualquer outro meio fraudulento.” 

Em outras palavras, de acordo com o entendimento  de experientes juristas, a Verde Fertilizantes concebeu, oportunisticamente aproveitando-se da empobrecida  e isolada região do verdete, o audacioso  projeto de estelionato constituído de duas etapas fundamentais.  A) de  plantar nas mentes dos moradores  de dois municípios (fazendeiros, prefeitos, vereadores, lideranças rurais e empresariais, além de autoridades judiciárias),  o doce e acalentado sonho motivado na geração de milhares de empregos, riquezas incontáveis pela arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais; B) após conquistada a confiança e apoio de todos os setores da sociedade envolvidos, conseguir um atestado de capacitação e idoneidade industrial  destinado a escancarar-lhe  as portas do Banco Mundial e BNDES  pelo qual se apossaria de  uma bolada nada  desprezível de R$ 6 bilhões ou parte desse gigantesco volume de recursos

Jovens acreditaram e compareceram em massa

Jovens acreditaram e compareceram em massa

Para o bom êxito de suas finalidades escusas, a empresa, além das estratégias acima mencionadas, se encarregou da elaboração de um mentiroso relatório de impacto ambiental (recentemente desmascarado), abusou de falsos índices do teor de potássio na rocha verdete e um atuante e eficiente lobby junto a órgãos públicos, bancos e imprensa. Ela ousou e conseguiu até mesmo  deletar, na internet, dados valiosíssimos relativos a pesquisas do CETEM e outras instituições oficiais cujos resultados, se caíssem em mãos erradas,  poderiam remeter seus objetivos a uma cesta de lixo. Enfim, a empresa se enveredou por todas as trilhas da ilegalidade no afã de desobstruir barreiras do seu caminho, dolosa e intencionalmente  planejado.

Pois muito bem, a editoria deste site  imaginou que, após os valiosos dados emitidos de Toronto, estava esgotado o ciclo de reportagens focado nas atividades irregulares da VF. Por isso mesmo, a partir daí, vivia somente a expectativa da nova fase de  decisões na área do Ministério Público. Mas o assunto não estava encerrado. Surpreendentemente, outro poderoso e devastador míssil acaba de atingir a firma, certeiramente, desta vez,  de forma implacável e irreparável, disparado da longínqua Inglaterra,  e que  reduz a pó, em definitivo, a  única carta na manga que ela, mentirosa e ferrenhamente, afirmava ter: a imprescindível tecnologia do processo de exploração de potássio. Na falta dela, o empreendimento simplesmente não se sustenta, cai por terra.. Sem dúvida nenhuma, uma revelação terrível que se afigura como  a última pá de cal antes da lápide mortuária no seu mirabolante plano de quase cinco anos ludibriando o povo de São Gotardo e Matutina.

Valéria, outra função pomposa: diretora para contatos sobre  assuntos com  as comunidades

Valéria, outra função pomposa: diretora para contatos sobre assuntos com as comunidades

Semana  passada, o jornalista deste site recebeu,  via e-mail, sob o título “Chega de Mentiras, Hora da Verdade”, uma correspondência de pessoa não identificada se dizendo muito ligada à Verde Fertilizantes e que tinha informações  gravíssimas sobre as atividades dela. Na postagem de 10 linhas, ele desmente, categoricamente,  que a firma possua algum processo tecnológico de extração do potássio do verdete. E afirma:  “na época, eles me disseram que não acreditam nos pesquisadores brasileiros e por isto desenvolveram a tecnologia na Inglaterra, mas nada disto é verdadeiro”.

E conclui:  “não tem  o menor fundamento que ela desenvolveu o processo de tecnologia de separação do potássio da rocha verdete na Universidade de Cambridge, Inglaterra, assim como  não tem a menor procedência também a informação do requerimento de patente desta tecnologia  no Intellectual Property Office – IPO, deste mesmo país, conforme teima em dizer Na Inglaterra, país de Sherlock Holmes e James Bond, o jornalista não precisa ter a competência de nenhum deles para descobrir se falo a verdade. Entre na internet e pesquise”

E foi o que o Centroesteurgente fez, imediatamente. Não houve necessidade de  muito tempo para comprovação da  realidade que coloca a Verde Fertilizantes na prática dolosa de mais uma afronta às leis. Em se tratando da universidade, descobrimos  que  a instituição não realiza pesquisas de processo tecnológico de  qualquer natureza e  só abre concessão para elas   em seus cursos de doutorado, de vários graus. A instituição já ganhou  82 Prêmios Nobel como referência nos cursos  de direito, medicina, biologia e de ciências, mas sempre  com temas de interesse mundial.

Dia em que duas cidades, peso, embarcaram no conto do bilhete premiado

Dia em que duas cidades, em peso, embarcaram no conto do bilhete premiado

A coisa fica, mesmo, complicadíssima, para ela,  é no Intellectual Property Office – IPO, o único instituto para registro de patentes, no Reino Unido, país onde o direito de propriedade é garantido sob aplicação de leis rigorosíssimas. Nossos levantamentos demonstram que, de Janeiro de 2009 até 20/8/2013,  não há qualquer pedido documentado de solicitação de registro de patente de processo de extração de potássio do verdete e que o IPO não reconhece em seu cadastro os nomes Verde Fertilizantes, Verde Potash, Amazon Mining e Projeto Cerrado Verde.

E por qual motivo a situação jurídica da VF se torna complicada,  a partir de agora? Ora, muito simples. Seus objetivos, nem um pouco claros, até aqui, têm sido sustentados, inclusive à  este site,  na existência do processo tecnológico.  Sem tal tecnologia não há projeto. Portanto, Sempre, esteve mentindo, sem parar.   Se ela quisesse continuar no verdete teria de dizer que tem, de fato,  o processo desenvolvido e patenteado. Tudo isso quer dizer que ela, intencional e dolosamente, estruturou seus planos sempre apresentados em cima de inverdades, cometendo o crime de falsidade ideológica na sua forma mais grave: fraude criminosa que consiste na adulteração de documento, público ou particular  com o fito de obter vantagem – para si ou para outrem – ou mesmo para prejudicar terceiro.

Com tais absurdos, no dia 27 de novembro do ano passado, ela apresentou,  ao povo de São Gotardo e Matutina,  no parque de exposições completamente lotado, o seu Relatório de Impacto Ambiental  (recentemente, reprovado por um escritório contratado).  Na oportunidade, ela teve a cumplicidade de legítimos são-gotardenses que colaboraram, friamente, na montagem do espetáculo circense para enganar o povo e autoridades.993975_673710005991329_1329818133_n

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