(wolneygarcia) – “Quem tem oportunidade de assistir a uma sessão de júri popular, certamente, adquire sábios conhecimentos necessários ao perfeito entendimento dos envolvimentos do PT nos escandalosos crimes de lesa pátria praticados contra a Petrobras e as consequentes denúncias sobre o caso divulgadas pela Revista Veja.

E o que mais desperta a atenção de quem se faz presente nos salões de tribunais, certamente, deve ser a ferrenha atuação do Ministério Público na apresentação das provas de participação dos acusados, em todas as minúcias, bem como de trazer à luz do julgamento suas fichas pregressas sobre possíveis delitos anteriores a serem citados como agravantes. Desta forma, restará aos advogados de defesa a difícil missão de deixar claro e inequívoco, a inocência dos seus clientes sem a qual a sentença emitida pelo voto de sete representantes do povo (a sociedade) será de condenação ao respectivo isolamento na prisão.

Os crimes presentemente denunciados pela revista da Editoria Abril devem ser avaliados pela sociedade brasileira sob o foco de uma importância transcendendo ainda mais o julgamento de um réu da Justiça Comum, pois, embora se assemelhem na aplicação de condenações aos maus cidadãos, envolvem práticas hediondas sobre desvios de verbas cujos atos lesivos estimados em bilhões, com certeza, irão afetar o presente e o futuro de 200 milhões de cidadãos. À “Veja” se debitarão as responsabilidades no caso de ter faltado com a ética no jornalismo.

Neste sentido, não importando quais sejam os interesses políticos ou privados  da referida revista, é correto que suas denúncias sejam levadas ao conhecimento da nação, em qualquer circunstância, mesmo se tal publicação tiver de ser à véspera de um processo eleitoral, pois cabe ao eleitor, até o último momento de clicar seu voto na urna, julgar a idoneidade moral de um candidato a cargo público.

A tentativa do Partido dos Trabalhadores de dificultar e obstruir, na marra ou através da Justiça, a distribuição da revista, equivale a um atentado contra o sagrado direito da livre expressão e faz aumentar as suspeitas de que os crimes ocorreram, de fato. 

Esta não seria a primeira, segunda ou terceira denúncia de escândalos praticados contra o patrimônio público nacional, nos últimos 12 anos, trazendo a impressão digital de executivos ligados ao PT.

Registre-se que o partido, tanto quanto pode, abusou das prerrogativas de enlamear os demais postulantes adversários”.

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