Carro mal estacionado ao lada da csalçada invadida pelo mato. Isso, em plena seca. Imagine-se no período chuvoso

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Ronaldinho prefere gerar divisas para BH do que em Dores do Indaiá

Ronaldinho prefere gerar divisas para BH do que em Dores do Indaiá

Recentemente, o presidente Michel Temer, em viagem á China, pediu ao motorista do carro oficial que parasse e entrou numa loja onde comprou um par de sapatos. O fato foi registrado com muito estardalhaço pela imprensa e acabou repercutindo na atualmente sofrida indústria calçadista brasileira vítima do Governo Dilma, que viu naquilo uma promoção inoportuna à um produto de concorrência estrangeira.

Ronaldinho, um amor meio que duvidoso

Ronaldinho, um amor meio que duvidoso

O governante deu uma desculpa esfarrapada, que não colou, explicando que o salto do seu sapato havia se partido, forçando a compra de outro par. Vê lá se um acidente desses poderia ocorrer com um sapato das melhores marcas do mundo usado por um político ricaço.

Pois algo muito semelhante ocorre em Dores do Indaiá, no Alto São Francisco, envolvendo a pessoa do prefeito Ronaldo Costa, o “Ronaldinho”, ex-Pt atualmente no PMDB.. Não se sabe o verdadeiro motivo, mas parece que esse político – que passou a maior parte de sua vida residindo em BH – não morre tanto assim de amores por Dores do Indaiá e nem é chegado à valorização das coisas locais diretamente ligadas à sua própria administração.

Por exemplo, nestes quatro anos do seu mandato, entre os vários automóveis de sua propriedade, cinco no total, um Fiat Idea, um Fiat Uno, um Ford Focus, um Ford Mondeo e um Fiat Doblot, nenhum deles foi emplacado em Dores cujos cofres públicos estão sempre vazios à espera de arrecadação.

Essa seria uma iniciativa de qualquer governante preocupado em gerar boas rendas para sua cidade ainda mais em se tratando de uma Dores do Indaiá município completamente carente de recursos para investimentos na área social. Mesmo que seu veículo tivesse sido  financiado em BH, ele teria, forçosamente, a obrigação de transferi-lo, como parte de iniciativas exemplares aos seus munícipes. Mas nunca o fez. Vê-se que o prefeito nada tem do espírito de estadista.

E fica no ar uma pergunta: teria esse candidato à reeleição , de fato, um projeto político para tirar Dores do Indaiá da situação de penúria e decadência em que se encontra?

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