A  cidade de Dores do Indaiá, de 13.700 moradores, vive uma problema grave. Os veículos apreendidos são guinchados para a cidade de Abaeté. Os proprietários são forçados a deixar sua cidade e ainda pagar tarifas por estes transportes desnecessários. A causa de tudo isso seria uma rusga  pessoal do vereador "Leo Bombril" contra o atual concessionário do auto Posto Indaiá. "Leo Bombril" teria jurado que não deixa aprovar a área para um novo depósito de automóveis e motos. E  diz até que mudará de nome se isso acontecer.

O município de Dores do Indaiá, de 13.700 moradores, vive um problema grave. O depósito de veículos apreendidos está abarrotado. Desde fevereiro  os automóveis e motos recolhidos são guinchados para a cidade de Abaeté. Os proprietários dorenses em débito são forçados a deixar sua cidade e ainda pagar fretes por tais transportes. A causa de tudo seria uma rusga pessoal do vereador “Leo Bombril” contra o atual concessionário da firma Auto Socorro  Indaiá. “Bombril” teria jurado que não deixa aprovar a área para construção de um novo depósito. E que  mudaria de nome se isso acontecesse.

Problemas políticos conduzidos na Câmara Municipal supostamente sob a ótica dos interesses e rixas pessoais do vereador Leonardo Diógenes Correa, “Leo Bombril”, atual presidente da Casa, estão levando o caos ao setor de veículos apreendidos em Dores do Indaiá, no Alto São Francisco cujo pátio de três mil m² na Avenida Santa Cruz está completamente lotado desde fevereiro último, mas não pode ser ampliado em novo terreno de área já cedido pela Prefeitura Municipal. Isso porque “Bombril” estaria fazendo de tudo para impedir a aprovação de uma lei específica para o caso.

Trata-se de situação muito grave, pois sem a existência de um depósito em Dores os automóveis e motos apreendidos são transportados em guinchos para a cidade de Abaeté onde os proprietários se submetem ao pagamento de fretes pesados, além de serem obrigados, muitas vezes, a permanecer na localidade pagando diárias de hospedagem e alimentação. Também a Prefeitura de Dores do Indaiá é parte diretamente lesada, impossibilitada que está de arrecadar taxas pertinentes à administração municipal.

"Bombril" : caso de rixa pessoal?

“Bombril” : caso de rixa pessoal?

A atual concessionária do pátio é a firma Auto Socorro Indaiá, na Av. Santa cruz, Bairro São Sebastião. Em fevereiro de 2014 sua área de três mil m² ficou lotada de veículos sem possibilidade de receber automóveis e motos apreendidos. Visando remediar a situação, a Polícia Militar reivindicou ao Poder Judiciário uma nova área. A Delegada de Polícia foi comunicada para dar seqüência ao pleito junto à Prefeitura e assim foi feito.

A administração municipal disponibilizou uma área de 6.000 m² no extinto campo de aviação. O projeto de Lei foi apresentado pela prefeitura à Câmara Municipal de Dores do Indaiá-MG, mas o vereador Leonardo Diógenes Coelho, mais conhecido por “Leo Bombril, hoje, presidente da Casa, não tardou em apresentar dificuldades para a aprovação do projeto.  Deu parecer contrário mirando quebra do interstício, para que o projeto fosse votado na mesma semana, criando obstáculos e atrapalhando todo o andamento sob alegação de que havia mais gente interessado no pátio de veículos de Dores do Indaiá.

20141222_135306A partir desta data o projeto de lei foi retirado da pauta e aberto prazo para analisar se havia mais algum interessado. Leonardo, nesse meio prazo, teria saído em busca de interessados  e chegou a procurar, pessoalmente, o sr. Marcelino Sousa Martins para que apresentasse a documentação, provocando  todos os transtornos e dificuldades possíveis para o legalização do pátio. Marcelino aceitou o convite e fez um ofício ao  prefeito solicitando a área. Só que o referido pretendente não está habilitado, não se enquadrava nos regulamentos exigidos, pois sequer tem uma firma, de sua propriedade.

De acordo com o registro do imóvel do município, a doação se faria para  criação de um novo bairro e casas populares, podendo ser ele residencial, comercial ou industrial. Só que o vereador “Leo Bombril” não quer entender desta forma e continua criando todas as dificuldades, sempre questionando, provocando suspeitas de puro envolvimento em rixa pessoal contra o atual concessionário do pátio, Rogério Ribeiro. Como conseqüência, o projeto foi novamente retirado de pauta para que o terreno recebesse nome industrial ou comercial. O município, por sua vez, vem perdendo receitas.

Enquanto age em supostas rusgas pessoais contra o atual concessionário, o vereador “Bombril”, na verdade, está prejudicando mesmo, pra valer, é a comunidade dorense e a própria prefeitura local. O político já teve veículo apreendido e pelo que se conta, na cidade, ainda bate no peito jurando que se esse projeto for aprovado ele muda de nome.

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